, upload feito originalmente por i.Anton.
< e é sempre melhor o impreciso que embala do que o certo que basta _ porque o que basta acaba onde basta, e onde acaba não basta _ e nada que se pareça com isto devia ser o sentido da vida… >
, upload feito originalmente por i.Anton.
< e é sempre melhor o impreciso que embala do que o certo que basta _ porque o que basta acaba onde basta, e onde acaba não basta _ e nada que se pareça com isto devia ser o sentido da vida… >
Vertebrae, upload feito originalmente por toni! at the disco.
Gosto de dormir de lado. Com o peso todo apoiado sobre o meu lado direito, o braço direito abraçado ao ombro esquerdo, o braço esquerdo bem encaixado no colo. Aliás, se ossos tivessem calos, é certo que um bem grande já teria se formado no osso do meu ombro direito (nem sei porque digo isso, talvez para mostrar meu apego a costumes). Mal movo meu corpo durante a noite e acordo com os raios a mexer nos meus cabelos.
stories we could tell, upload feito originalmente por i.Anton.
Tudo começou com você me perguntando as horas. Bem na saída da National Gallery. Distraída, respondi sem mais e segui meu plano de flanar por uma Londres por conhecer. Quando dei por mim, era você ao meu lado esperando para atravessar a rua. Alertando para que eu olhasse para a direita: “Not left, lady”, você disse. E por alguma lei da Física relacionada à atração dos corpos, não nos separamos mais. (mais…)
, upload feito originalmente por i.Anton.
Clara gostava de ser passageira. Não sabia disso quando esta foto foi tirada. Viria a desconfiar e a sentir os efeitos de se deixar guiar alguns anos depois. Por enquanto, contentava-se em apreciar as ruas da cidade e o vai-e-vem das pessoas no banco traseiro do carro dos pais, em fantasiar o presente de dia dos namorados que gostaria de ganhar do menino da escola, em deixar outras pessoas da sala responderem às perguntas da professora de História só para não atrair atenção. (mais…)
Já registrei isso antes em algum lugar, mas foi lá pelos meus 12 anos que comecei a juntar uma série de coisas que formam um tesouro muito particular.
Acho que começou com a camiseta do uniforme do colégio. Aquela em que os colegas de sala e de outras salas assinavam com canetinha colorida no último dia de aula. Ali se inscreveram marcas de “Você é D+” e “Te curto pra KCT” que achei necessário guardar. Sei lá para o quê. Sei lá para quem. (mais…)
Quatro musiquinhas num sanduíche de Amelie Poulain:
1. La valse des viex os by Le Fabuleux Destin D’Amelie Poulain
2. Moi je jouse by Brigitte Bardot
3. Dindinha by Ceumar
4. Laisse tombeur les filles by France Gall
5. These boots are make for walkin’ by Nancy Sinatra
6. La noyee by Yann Tiersen – Le Fabuleux Destin D’Amelie Poulain
(a imagem é desta pessoa aqui)

Quer saber mais? Isso bem às vésperas de Cinderela fazer 30 anos. Um amigo criativo foi quem deu de presente. Ela achou graça e mandou estampar uma camiseta para usar na festa com os sapatinhos de cristal.
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Quando conheci você, fiquei sem saber o que fazer, então sentei na cama e comecei a balançar os pés. Aí, você me olhou, ajeitou-se ao meu lado e, com um violão, começou a me tocar. Eu, de tão sem ar, passei logo a cantar e a dizer que presa ali não teria como. Você, de tão sensato, conseguiu me desconcertar explicando que I could leave whenever I wanted out. Bateu um alívio que a gente espalhou pelo quarto. Depois não foi difícil descobrir que I’ve always wanted in.